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Quais são os países mais baratos para estudar fora?

Mensalidade baixa não é sinônimo de custo baixo, e é aí que a maioria das listas de "país barato" erra a conta.

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BRASA Ensina

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Quando o assunto é "país barato para estudar fora", a maioria das listas só olha para o valor da mensalidade e ignora o resto da conta. O problema é que mensalidade baixa com custo de vida alto pode, no final, sair mais caro do que mensalidade média com custo de vida baixo. Para saber de verdade onde o seu dinheiro rende mais, é preciso olhar para o pacote inteiro, não para um único número. Saiba as opções mais econômicas favoritas da BRASA na nossa vídeo-aula aqui.

A conta real tem quatro partes

Todo cálculo de custo de estudar fora precisa somar pelo menos quatro peças: a mensalidade ou taxa de matrícula, o custo de vida mensal, a moradia (que costuma ser o item mais subestimado de todos), e o câmbio, porque um país "barato" na moeda local pode deixar de ser barato dependendo da cotação do real no dia em que você for pagar as contas. Comparar só a mensalidade entre países é como comparar só o preço da passagem aérea e esquecer hospedagem, alimentação e transporte.

Mensalidade zero não significa custo zero

Existem países onde o ensino público é gratuito ou quase gratuito, inclusive para estrangeiros e isso é real. Mas "gratuito" costuma vir acompanhado de uma letra miúda: para conseguir o visto, muitos desses países exigem que você comprove ter um valor considerável guardado só para se manter durante o curso. Ou seja, o dinheiro que você não paga em matrícula, você provavelmente vai precisar ter em mãos de outro jeito. Entender essa lógica evita a surpresa de descobrir, na hora do visto, que "grátis" não é sinônimo de "sem precisar de dinheiro".

Economia aparece em lugares que fogem do óbvio

Sabia que o Brasil é o 9º país do mundo que mais envia estudantes para o ensino superior nos EUA e que o Reino Unido é o top 5° país favorito de estudantes brasileiros? Ainda assim, nem sempre o destino mais econômico é o mais esperado. 

Existem países com garantias constitucionais de ensino gratuito também para estrangeiros, lugares onde a moeda historicamente favorece quem recebe em real, veja aqui. E destinos fora do radar comum dos brasileiros, em outros continentes com bolsas específicas para estudantes internacionais que ficam sub-inscritas justamente por serem pouco conhecidas por aqui. Olhar só para as opções "óbvias” pode fazer você descartar caminhos mais baratos sem nem saber que eles existem. 

Os custos que não aparecem em nenhuma lista

Para fechar a conta de verdade, entram três itens que raramente aparecem nas listas de "país mais barato": o seguro saúde obrigatório para emissão do visto, a comprovação financeira antecipada (que trava um valor que você não pode usar de outra forma, mesmo tendo esse dinheiro disponível) e o custo de instalação: depósito de aluguel, mobília básica, passagem de ida, que juntos podem pesar tanto quanto um semestre inteiro de custo de vida. A dica prática que fica: antes de comparar países, monte uma planilha simples com esses fatores. Te ensinamos a fazer isso aqui. 

Quer ver os números reais de cinco países onde essa conta completa realmente fecha para o bolso brasileiro? É isso que a gente mostra na aula "Quais são os países mais baratos para estudar fora?", aqui na BRASA Ensina. Nos vemos no portal!

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